domingo, 26 de junho de 2016

Resenha: Rockfeller - Alexandre Apolca

Beto Rockfeller, que possui uma leve versão da síndrome da mão alheia, sonha em fazer sucesso com sua banda de rock. Após ser preso injustamente em um protesto na Avenida Paulista, é liberado e orientado a deixar São Paulo. Ele e sua desconhecida banda — cujos integrantes são: Yakult, Gringo e Santiago dos Santos — decidem se mudar para a mística São Thomé das Letras, a Machu Picchu brasileira. É exatamente nessa aconchegante cidadezinha mineira que começa uma trama estonteante e dinâmica — repleta de aventuras, romances, crimes e mistérios. Rockfeller se envolve com Anita Andrade, a namorada de um dos seus amigos. Esse triângulo amoroso é surpreendido com a súbita aparição de uma terrível enfermidade. Ele, desconcertado, se vê diante de uma difícil decisão, que mexe brutalmente com seus princípios morais e o pior, Rock pagará caro por sua indigesta decisão, seja ela qual for. Além disso, é obrigado a conviver com seus fantasmas, desilusões e psicoses e ainda tem de se acostumar com um enigmático corvo que o persegue. No entanto, após muito tempo, Rockfeller consegue uma segunda chance de ser feliz no Rio de Janeiro, as suas desventuras e psicoses ressurgem, e isso pode levá-lo a uma irreparável situação em que nem tudo que se vê pode ser real...
Logo que vi esse livro, pensei imediatamente: Preciso le-lo. Entrei em contato com o autor solicitando a parceria e não me arrependo nem um pouco. Apesar de ter recebido o livro a bastante tempo, mais de meses, juro que não foi minha intenção demorar tanto assim para fazer a resenha dele. Enfim, foram tantos trabalhos do colégio, provas e além disso o serviço durante a tarde, que inevitavelmente diminuíram drasticamente o meu tempo de leitura. Segui lendo os livros que já havia recebido antes deste, para só então chegar a le-lo, e gente, foi uma leitura tão boa! Não resisti e li todo o livro em apenas uma pegada. O fato de ser um livro curtinho, obviamente, contribuiu com isto, mas mais do que isso, foi a escrita informal e super bem conduzida que me mantiveram curioso para descobrir o desfecho da história.


Esse é um daqueles livros que são bem complicados de serem explicados sem revelarmos muito sobre seu conteúdo, pois ele não segue uma norma padrão de acontecimentos. Ele não tem uma motivação inicial que dá seguimento a trama. E é justamente a falta disso que me levou a ler até o fim, pois simplesmente somos apresentados aos personagens e vamos acompanhando o desenrolar dos acontecimentos sem ter idéia do que vai acontecer futuramente. Basicamente como uma novela, só que muito mais interessante. Aliás, fui surpreendido em certo sentido, pois eu imaginava que seria um livro com bastante suspense seguindo uma direção para o sobrenatural. Pois é essa a idéia que a capa nos passa. Mas não foi bem assim que aconteceu, os acontecimentos da história são bastante realistas já que o ponto de foco é o desenrolar das relações interpessoais entre os personagens e não a ambientação do cenário, mesmo que inegavelmente esses fatores serem de essencial importância para o resultado final da obra.


E como sempre dizem, são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Neste caso, essa frase pode ser aplicada ao personagem principal, Beto Rockfeller, ou simplesmente, Rock. Ele possui uma rara síndrome de mão alheia que faz com que sua mão movimente-se involuntariamente, muitas vezes sem ele nem perceber. Essa informação é trabalhada de tal maneira na história que fica simplesmente como um fato sem importância alguma, mas que muito pelo contrário, faz toda a diferença nas entrelinhas do final da história. Afinal, Beto Rockfeller seria simplesmente um louco paranoico ou realmente houve algo sobrenatural envolvido? Essa questão fica em aberto, e a resposta dela variando de leitor para leitor. 


Enfim, não me prenderei muito contando os acontecimentos do livro, porque a sinopse por si só já faz isso, pois como vocês podem ver lá em cima, ela é praticamente uma resenha! uheuhehueeuh Mas, tipo, leiam esse livro se possível. Eu me surpreendi positivamente, e mesmo eu esperando uma coisa e no final sendo outra, esse foi o diferencial. É bom fugirmos um pouco do velho clichê, mesmo que este livro sendo moldado em cima deles. É, eu sei, meio louco isso. Só lendo pra entender mesmo! E em relação a escrita do autor é muito bem trabalhada. Não é aquela coisa culta de mais, nem informal de mais. É equilibrado. Sendo tenso nas horas de tensão e cômica nas horas engraçadas. Única coisa que me incomodou foi porque fiquei com aquele gostinho de quero mais! 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Resenha: Atrás do Espelho #2 - A. G. Howard

Em O Lado mais Sombrio, a releitura dark de Alice no País das Maravilhas, Alyssa Gardner foi coroada Rainha, mas acabou preferindo deixar seus afazeres reais para trás e viver no mundo dos humanos. Durante um ano ela tentou voltar a ser a Alyssa de antes, com seu namorado, Jeb, sua mãe, que voltou para casa, seus amigos, o baile de formatura e a promessa de ter um futuro em Londres. No entanto, Morfeu, o intraterreno sedutor e manipulador que povoa os sonhos de Alyssa, não permitirá que ela despreze o seu legado. O mesmo vale para o País das Maravilhas, que parece não ter superado o abandono. Alyssa se vê dividida entre dois mundos: Jeb e sua vida como humana... e a loucura inebriante do mundo de Morfeu. Quando o reino delirante começa a invadir sua vida real, Alyssa precisa encontrar uma forma de manter o equilíbrio entre as duas dimensões ou perder tudo aquilo que mais ama.
No primeiro livro da série, O Lado Mais Sombrio, conhecemos Alyssa, que é descendente da Alice do clássico Alice no País das Maravilhas. Resumindo: Alyssa acha que esta amaldiçoada e destinada a ficar louca, assim como as outras mulheres de sua família, incluindo sua mãe. Portanto, o único meio de evitar isso é quebrando esta maldição. Sendo necessário para isso, ir ao país das Maravilhas e arrumar todas as trapalhadas da Alice original. Misturado com tudo isso, conhecemos Morfeu, um intraterreno (ser do País das Maravilhas) que apesar de demonstrar querer o bem de Alyssa, ele é manipulador e não mede forças para conseguir o que quer. Em meio a muitas reviravoltas e acontecimentos muito marcantes, Alyssa concluiu sua tarefa naquele mundo estranhamente maluco e descobre que ela também faz parte de tudo aquilo, mas seguindo a vontade de seu coração, ela abdica o mundo intraterreno e escolhe viver sua vida no mundo humano.


Já neste segundo volume, apesar de Alyssa estar tentando viver uma vida normal o País das Maravilhas insiste em lembra-la das suas raízes. A Rainha Vermelha voltou e esta querendo vingança, causando muitos problemas tanto no mundo humano quanto no mundo intraterreno. As vésperas do baile do formatura Alyssa terá que derrota-la novamente. Mas agora a Vermelha não está sozinha, ela conseguiu reforço e colocou em andamento um plano para vencer a guerra que está por vir. Alyssa, por sua vez, conta com a ajuda de Morfeu. Entretanto, as desconfianças que ela nutre por ele ainda mantém-se presente, coisa que só vai complicando-se ainda mais com o final da história. Neste livro conhecemos mais a fundo Morfeu, entendemos um pouco de seus motivos e desejos, vemos o que se passa em sua cabeça e descobrimos um lado corajoso, altruísta e que se preocupa com os outros, confundindo ainda mais a cabeça de Alyssa e deixando-a ainda mais dividida entre ele e Jeb, o seu atual namorado.


Outro ponto interessante deste livro é que conhecemos melhor a família de Alyssa, tendo ênfase em sua mãe, a Alyson. No começo do livro ela se mostrou uma mãe super protetora e controladora, tendo varias brigas entre mãe e filha. Mas com o virar das páginas, descobrimos os reais motivos que levaram ela a fazer o que fez. Todas as reviravoltas que a envolveram só nos mostram que ela terá bastante importância no próximo livro da série, assim como seu marido, pai de Alyssa. Ao que deu para perceber o terceiro livro da série se passará em grande parte, se não em todo, no País das Maravilhas, ao contrário deste que desenrolou-se todo no mundo humano, tendo uma pegada bem mais adolescente ao mostrar o cotidiano escolar de Alyssa. O que em certa parte foi bom, mas nem tanto assim, Em relação ao Jeb, ainda não mudei meu pensamento em relação a ele. Ele ainda continua o mesmo cara chato na história, sendo que a Alyssa também não fica pra trás pois a personalidade dela me irritou em certos trechos.


No geral, o segundo livro foi bem melhor do que o primeiro. Os acontecimentos desse livro foram muito melhores apresentados do que os do primeiro. Além disso, o final foi um daqueles finais sem conclusão direta, deixando o terreno preparado para começar o próximo livro com o ritmo acelerado, o que me deixa ainda mais animado para ler o terceiro livro da série, Qualquer Outro Lugar, que já recebi da Novo Conceito e lerei em breve! 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Resenha: Condado Macabro - Marcos DeBrito

Você já viu esse filme: cinco amigos, transbordantes de hormônios, resolvem alugar um casarão no meio de uma floresta, mas não contam com a possibilidade de serem assassinados por psicopatas mascarados. O que você não viu, foi este aqui: trocadilhos à brasileira, um chapéu de cangaceiro, música brega aos montes, poeira, calor, frustração sexual e reviravoltas, ah, muitas reviravoltas.

O livro Condado Macabro escrito pelo Marcos DeBrito é uma adaptação do filme de mesmo titulo e produzido pelo mesmo autor. Ao contrario do que geralmente acontece, este caso originou-se primeiramente nas telas de cinema para posteriormente marcar presença nas folhas de papel, o que por uma parte é bom, já que o livro vai ser bem fiel ao filme e vice versa. Eu particularmente, prefiro mil vezes um livro do que um filme, tanto até que eu costumo ler o livro primeiro para só depois assistir o filme. E foi o que fiz, ou melhor, irei fazer, já que eu ainda não assisti o filme... Coisa que pretendo fazer muito em breve, só falta descolar um tempinho. 


A história já começa com todo um suspense arquitetado. A primeira cena é a de um interrogatório o qual tem como suspeito um palhaço ensanguentado. As conversas entre palhaço e investigador são muito afiadas; o palhaço nega a todo custo ser o responsável pelo assassinato de um grupo de jovens, já o investigador insiste em arrancar uma confissão que prove que ele é o culpado, ou que ao menos indique um. Intercalando com as cenas do interrogatório, acompanhamos o feriadão de um grupo de amigos que resolveu passar os dias livres em uma mansão no meio do nada, nos sertões nordestinos. Mas o que era pra ser um feriado de pura diversão, sexo e malandragem acabou por tornar-se um verdadeiro mar de sangue.

“[...] A menina estava amarrada com o pescoço dilacerado. O sangue que jorrava de sua garganta aberta represara na camiseta branca tingindo-a de vermelho. Como um animal pronto a ser servido em uma ceia canibal, uma fruta, que a impedira de berrar antes de sua morte, tampava sua boca.” — Pág. 96


O grupo de jovens ao qual me refiro é formado por Beto, Théo Mari, Lena e Vanessa, ou simplesmente, Va. Todos possuem uma personalidade distinta uns dos outros: Beto é o bobalhão do grupo. Sempre tem uma cantada furada na ponta da língua na esperança de conseguir conquistar a atenção de alguma das meninas do grupo. Théo é o inverso de Beto, ele é tímido, culto e reservado. Já a Lena é a descolada que quer apenas viver a sua vida intensamente. Ela está interessada por Théo, e faz questão de deixar isso claro para ele, e ele, coincidentemente, também nutre uma paixão por ela, só que sua timidez impede os dois de seguirem em frente com essa relação. Mari, assim como Lena, quer aproveitar os bons momentos. E a Vanessa é uma incógnita da qual eu não entendi. Ela é gorda, e por conta disso ela recebeu o cargo de ser o divertimentos dos outros, os quais riem da escrotidão dela. Sinceramente, não entendi o porquê ela está ali, pois aparentemente ela é a rejeitada do grupo. Não percebi nenhum carinho especial vindo por parte dos outros em relação a ela a não ser o de pena. Mas ela parece não se importar muito, pois coloca seus fones e viaja na maionese escutando suas musicas bregas. 

Resumindo, senti falta de um aprofundamento nas relações inter-sociais do grupo. "Como eles se conheceram?" "São amigos a quanto tempo?" são questões que fortaleceriam os laços entre eles e que tornariam os acontecimentos da trama muito mais sofríveis. Entretanto, sei que devo levar em conta que o livro foi baseado no filme, e o filme tem um tempo limite. Então, ele deve ser direto e sem muitas enrolações. Mas apesar desses poréns, ainda assim foi uma história rica. Tanto em detalhes, quanto em acontecimentos. Posso dizer sem sombra de dúvida que a leitura deste livro é uma das melhores que eu já fiz. Os acontecimentos são tão insanos e ao mesmo tempo tão reais que atraem o nosso envolvimento de forma imediata. Transformando a leitura de um livro que por sí só já é pequeno, ainda mais rápida. 


Em relação a escrita, eu só tenho à aplaudir de pé. Poucas pessoas conseguem escrever de uma maneira arrastada e gostosa como a deste livro. É uma daquelas escritas que tu saboreia cada palavra, cada virgula e cada ponto. Tudo está perfeitamente em harmonia, em seu devido lugar. Enfim, eu li as cento e poucas páginas do livro em muito pouco tempo, e poderia ler muito mais páginas com a mesma facilidade. Pois ela nos transporta para a história de uma maneira extremamente agradável e eficiente. Espero que eu goste do filme tanto quanto gostei do livro. Ah, e sobre o final, me decepcionei um pouco pelas pontas soltas que ficaram, mas foi pouca coisa, porque, afinal, não poderia deixar de faltar aquele gostinho de quero mais. 

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Resenha: As Gêmeas do Gelo - S. K. Tremayne

"Um thriller psicológico aterrorizante perfeito para os fãs de A Garota no Trem". Um ano depois de Lydia, uma de suas filhas gêmeas idênticas, morrer em um acidente, Angus e Sarah Moorcroft se mudam para a pequena ilha escocesa que Angus herdou da avó, na esperança de conseguirem juntar os pedaços de suas vidas destroçadas. Mas quando sua filha sobrevivente, Kirstie, afirma que eles estão confundindo a sua identidade — que ela é, na verdade, Lydia — o mundo deles desaba mais uma vez. Quando uma violenta tempestade deixa Sarah e Kirstie (ou será Lydia?) confinadas naquela ilha, a mãe é torturada pelo passado — o que realmente aconteceu naquele dia fatídico, em que uma de suas filhas morreu?'
Assim que eu vi a primeira postagem de anuncio deste livro, imediatamente eu já me interessei por ele. Cheguei a baixar o pdf do livro para le-lo futuramente e eis que em um belo dia, chegando em casa, encontro um pacote da editora Record. O abri e tive a belíssima surpresa de encontrar o exemplar de As Gêmeas de Gelo dentro! Obviamente fiquei mega feliz, e só foi eu terminar a leitura de uns outros livros lá, e iniciei este. E com toda a certeza, este foi uns dos livros mais angustiantes que eu já li. O suspense é tão intenso que te agarra fortemente. A escrita é tão fluida que nos envolvemos intensamente com a história, que apesar de ser um pouco densa, é extremamente encantadora, de um jeito meio melancólico, é claro.


A história baseia-se no drama vivenciado pela família Moorcroft, formada por Angus e Sarah juntamente com as gêmeas completamente idênticas Lydia e Kirstie. No início eles eram uma família feliz e promissora, a vida profissional dos dois tinha tendência a apenas crescer, e além disso, eles possuíam duas belas filhas, gêmeas idênticas que a todos encantavam. E como eu falei: Tinham. No passado pois aconteceu um terrível acidente e uma das gêmeas morreu.

Cada um lidou com a perda de uma maneira diferente. Angus passou a beber constantemente, passando mais tempo bêbado do que sóbrio. Consequentemente acabou perdendo o emprego após dar um soco em seu chefe. Já Sarah, fechou-se em um estado de profunda tristeza. Isolando-se em seu cantinho e chorando constantemente. Pouco a pouco a situação financeira da família foi piorando, e o que antes era uma família promissora virou uma família endividada.


A solução de tudo era mudar-se para Torran, uma ilha situada nos confins da Escócia. Angus havia herdado a ilha de sua avó e via nela a única chance de recomeçar, abandonando as lembranças que sua antiga cidade, em Londres, trazia. Acontece que a casa da ilha não estava em tão bom estado, mas ainda assim, a família Moorcroft muda-se para lá. O trabalho para deixar a casa habitável é árduo e além disso, lá não pega nem celular, muito menos internet. As condições climáticas também não são as melhores; O dia dura apenas 5 horas, e grande parte dele é com o tempo frio e nublado. Entretanto, Sarah via esta nova residência com otimismo.

Apesar de tudo, a mudança não ocorre da forma esperada. Tudo começa a desmoronar quando a gêmea sobrevivente passa a alegar que ela não é quem pensam que é. E que na verdade ela é justamente a sua irmã, que até então, tinha sido dada como morta.

"Por que você continua me chamando de Kirstie mamãe? Kirstie está morta. Quem morreu foi a Kirstie. Eu sou Lydia. " - Página 24.


Eu sei, eu sei. Tudo isso é muito estranho, certo? Eu pensei, "Nossa, como é que a mãe dela poderia ter se enganado desta forma?" Mas o único fator usado para identificar a gêmea morta foi baseado na resposta da que sobreviveu. E 14 meses depois do acidente surge a dúvida: "E se eu tiver me enganado? E se ela realmente for a Lydia?". É claro que apesar das gêmeas serem idênticas fisicamente, ambas possuíam personalidades distintas, e após a morte, realmente a Kirstie começou a ficar mais parecida com a Lydia, mas Sarah achou que isso fosse apenas uma consequência do luto. Mas as evidências tornam-se mais fortes, e cada vez mais Sarah fica menos convicta de que fez a escolha certa e de que Kirstie é na verdade Lydia, a sua gêmea favorita.

O clima da história é recheado de um suspense perturbador. É angustiante não saber o que esperar das páginas seguintes, pois quando parecia que tudo já estava se encaminhando para o final, vinha uma reviravolta super louca. O livro é cheio de reviravoltas, e o final é a melhor de todas. Fiquei sem palavras. Os personagens são super humanos e super bem criados. Suas personalidades são bem distintas e totalmente reais. As vezes eu tinha vontade de dar uns tapas na Sarah, outras vezes tinha vontade de espancar a gêmea, e em nas demais, não suportava o Angus. Enfim, definitivamente é um livro muito bom. Muito bom MESMO.

 

Copyright @ 2016 Decidindo-se .

Traduzido Por: Templateism